Ciranda

Saudade do sítio de tio Duduca, do pirão de bote melhor que leitão a pururuca; saudade de tomar banho de açude, de jogar bola no sábado até o sol fugir perto do sangradouro; saudade das tias Luzia e Estelina, moças-velhas cheias de carinho.
Saudade, enfim, de tudo que eu deixei de viver enquanto não conhecia.

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